Poucas vezes o talento e a generosidade se mostraram tão
destacadas como nesse livro de Nancilia. Talento por pesquisar e destacar quem
tem contribuído para nossa historia. Generosidade por distribuir a esses
ilustres "cariocas" méritos que tiveram, mas que poucos sabem
reconhecer. Nancilia se reafirma como um desses nomes, que por humildade não se
inclui.
Ex-Prefeito do Rio de
Janeiro e Vereador
"
Mulher da cultura", todos nós sabemos que a NANCILIA é. Mas a pessoa que move
barreiras pela sua região - A Zona Oeste do Rio - e que coloca seus parceiros
da Cultura acima de qualquer outro interesse ou compromisso, isso é preciso
que todos saibam!
NANCILIA
é daquelas que luta pela sua gente e pela sua causa.
É
Amiga, daquelas que vale muito a pena estar junto."
Solange Amaral
Ex Deputada Federal
Nancilia é um caso raro de amor a pesquisa e a divulgação de artistas da
Região Oeste do Rio de Janeiro. Como Coordenadora de Cultura da Secretaria
Municipal das Culturas, Nancilia é e será sempre lembrada como referência às
descobertas e a valorização dos operários da beleza e da sublimação, em
sua terra.
Dineyar Valente Plazza
Professora de Música, Pedagoga e Advogada
Nancilia em retrato sem retoque
Não basta ter talento, é preciso saber cultivá-lo, direcioná-lo para um
objetivo grandioso e profissionalizá-lo com eficiência. Com essa convicção, a
Professora Nancilia Pereira da Silva, logo que se descobriu talentosa para as
letras, ainda muito jovem, submeteu-se corajosamente a todas as imposições da
vocação literária, não só estudando e produzindo incansavelmente, mas também
freqüentando os ambientes culturais mais propícios ao seu aprimoramento, em
cujo convívio granjeou logo respeito e admiração, quer pela sua irradiante
simpatia pessoal, quer pela humildade e interesse com que sempre recebeu as
críticas construtivas, quer, ainda, pela naturalidade com que encarava as
demais, sabendo-as fruto, as mais das vezes, de frustrações e outros sentimentos
menos dignos.Tão vocacionada quanto perseverante, a ilustre mestra não mediu
esforços para enfrentar todas as dificuldades iniciais da carreira de
escritora, multiplicando-se, ainda, pelas mais variadas atividades do
magistério, sua outra vocação, sem sufocar em si o desabrochar de uma poesia
comovente e simples, certa também como sempre esteve de que "o sublime é
simples", no dizer de Machado de Assis.
A
verdade, porém, é que Nancilia não se fez simples para ser sublime, mas foi
sempre sublime porque a simplicidade sempre se constituiu no traço mais
marcante da sua personalidade, o que se reflete no próprio estilo.
Pode-se, pois, afirmar que a escritora vitoriosa de hoje resulta de toda uma
elaboração intelectual sedimentada em aguçado senso de profissionalismo, assim
se explicando o crescente mercado para a sua produção literária, que se reparte
entre a poesia, a literatura infantil e obras biográficas, caracterizando-se todas
pela sua independência e individualidade, sem copiar modelos ou enveredar pelos
temas já demasiadamente explorados.
Eis as razões principais do êxito de Nancilia Pereira da Silva, no terreno da
literatura, cujos degraus tem galgado com passo firme e olhos voltados para um
futuro que se lhe descortina glorioso, como coroamento natural de uma luta
cujos obstáculos só engrandecem esse ser humano privilegiado, no qual o
espírito de solidariedade e companheirismo sempre foi ao encontro dos amigos e
dos colegas, assistindo-nos moral e materialmente, em quaisquer circunstâncias,
ora com uma palavra de incentivo ou conforto, ora com indicações seguras sobre
o melhor caminho a seguir, motivo pelo qual tanto me honro e alegro de tê-la
visto, por longo período, entre os meus mais caros alunos, em todos os tempos,
assim nascendo e se consolidando uma amizade que os anos só têm feito
multiplicar.
Alcir Pimenta
Escritor, Professor e
Ex-Deputado Federal
NANCILIA é um caso -infelizmente raro- de quem -com cultura ampla, a
dedica ao desenvolvimento da cultura local, sabendo que é desta que se constrói
as grandes avenidas culturais. Um caso raro que o Rio tem a sorte e a honra de
contar.
CM - César Maia
Ex-Prefeito do Rio de
Janeiro e Vereador
Nancilia é daquelas pessoas que semeia coisas boas
por onde passa. Pessoa séria, ativista cultural incansável, estende as mãos aos
artistas de sua aldeia e com isso rompe fronteiras e colhe reconhecimento para
si e para os que a cercam. E é neste fazer e construir que mostra a sua
verdadeira essência, a de escritora que faz da vida sua maior obra.
Nancilia colhe poesia nas entrelinhas de seus passos, entre os amigos, entre as crianças, em seu trabalho, na busca do crescimento espiritual, na natureza e na melhor das fontes, o amor universal. Esta artista elabora tudo isto e nos devolve através de sua prosa e de seus versos, com a força e a beleza de seu ser.
Conhecer Nancilia, ter acesso a sua obra escrita e a realizada através de atos, é não ter dúvida que se está à frente de uma pessoal especial, que busca no ideal sua razão de vida. Que é devolver ao mundo tudo de bom que recebe, multiplicando-se em muitas para ser única. E é se dando, se multiplicando em gestos e afetos que nos mostra uma grande verdade - é dando que se recebe, é tratando a todos como se quer ser tratado, a única forma de fazer da vida poesia. Essa é Nancilia.
Nancilia colhe poesia nas entrelinhas de seus passos, entre os amigos, entre as crianças, em seu trabalho, na busca do crescimento espiritual, na natureza e na melhor das fontes, o amor universal. Esta artista elabora tudo isto e nos devolve através de sua prosa e de seus versos, com a força e a beleza de seu ser.
Conhecer Nancilia, ter acesso a sua obra escrita e a realizada através de atos, é não ter dúvida que se está à frente de uma pessoal especial, que busca no ideal sua razão de vida. Que é devolver ao mundo tudo de bom que recebe, multiplicando-se em muitas para ser única. E é se dando, se multiplicando em gestos e afetos que nos mostra uma grande verdade - é dando que se recebe, é tratando a todos como se quer ser tratado, a única forma de fazer da vida poesia. Essa é Nancilia.
Luiz Fernando Prôa
Escritor, poeta e editor do site Alma de Poeta
Quando Manoel Antônio da Silva e Abinéa Pereira da Silva escolheram o nome da filha, já profetizavam sua contribuição para esse mundo. Nancilia faz jus ao nome que tem... graciosa...
Conheci
Nancilia Pereira na década de 80. Naquela época, eu escrevia para uma coluna do
Jornal O Globo, voltada para Educação. Nancilia mostrou-me alguns de seus
poemas, na Faculdade de Filosofia de Campo Grande, onde estudava e eu
trabalhava.
De
trato ameno e delicado, Nancilia era aluna do curso de Pedagogia. Sua
sensibilidade, nos primeiros poemas, envolveu a instituição e, logo, já tinha seus
versos publicados na caderno Zona Oeste, do jornal citado.
Dali,
não parou mais. Em pouco tempo já tinha seu primeiro livro editado.
Poemas,
em total liberdade de sentimentos, com indumentária repleta de emoções,
mostrando seu talento poético e, acima das expectativas, o sentido pleno da
palavra Mulher.
Diante
das artimanhas da vida, Nancilia nunca vacilou. Enfrentou os paredões e, com
trombetas sonoras oriundas do coração, derrubou muralhas, que pareciam
intransponíveis.
Conhecendo-a,
aos poucos, dentro de seu olhar pude sintetizar a amiga que seria para sempre,
tão belamente construída por sua família e por suas próprias escolhas.
Mulher
menina,
Menina
poeta,
Poeta
mãe,
Mãe
educadora,
Educadora
escritora,
Escritora
mulher.
Sim,
a essência de Nancilia é ser a candura da mulher em sua total plenitude.
Sensível
e observadora, penetra no âmago das questões, das convicções, das necessidades
da alma humana, acompanhando idades, sentimentos, desenvolvimento de cada ser
que se deixa abrir para a verdadeira troca da vida.
Esse
lirismo estimulou-a a questões sérias, diante de mensagens relevantes em
relação ao meio-ambiente, à discriminação, à ecologia e tantos assuntos necessários
ao anseio infanto-juvenil.
Assim,
de maneira lúdica, Nancilia enveredou para uma literatura engajada, com
princípios sensatos e pertinentes ao público jovem, tornando-se conhecida e
amada por alunos de escolas primárias e secundárias.
Com
vinte e sete obras literárias publicadas, Nancilia continua recriando a
aurora de nossas aspirações literárias.
Sou
honrado por ter sua amizade e por saber, a cada dia, que seu trabalho é
reconhecido e apreendido por tantos que começam na jornada da vida.
(Nancília, Beijos de luz e que o Criador continue te abençoando. Te
adoro!!!).
Uilton Soares de Mello
Professor,
cantor
Espumas Flutuantes, Navio Negreiro, Vozes d?África,
entremeadas por diversas poesias infantis. Talvez a Nancilia nem se lembre mais
do nosso primeiro contato. Já faz algum tempo. Não importa quando, se as
lembranças ainda estão lúcidas. Se a memória se manifesta como luz
resplandecente.
Foi assim o meu primeiro encontro com a
poesia da Nancilia. Na pequena e acolhedora escola municipal 09-18-022 Castro
Alves. A Nancilia havia organizado um concurso de poesias. Comemorava-se
o mais eloqüente dos poetas brasileiros. Antonio Frederico de Castro Alves
inspirava com o seu lirismo, por intermédio da Nancilia, aqueles pequenos
poetas que viviam no entorno da acolhedora e simpática localidade do Rio da
Prata.
Nancilia, como sempre ativa e criativa,
organizava a celebração da poesia junto aos seus alunos que se impregnavam de
prazer e cantavam, com o Patrono da Escola, o sentimento de liberdade e
criação poética.
?Deus!
Ó Deus! Onde estás que não respondes!
Em
que mundo, em qu?estrela tu t?escondes
Embuçado
nos céus?
Há
dois mil anos te mandei meu grito,
Que
embalde, desde então, corre o infinito...
Onde
estás, Senhor Deus?...
O canto poético de Castro Alves, em Vozes
d?África, que a Nancília apresentava aos seus pequenos alunos, talvez
tenha inspirado Sua Santidade o Papa Bento XVI, em recente visita ao campo de
concentração de Auschwitz, na Polônia, a também perguntar: Onde estava Deus nos
tempos do Holocausto? Onde estava a poesia, naqueles tempos tão sombrios? Onde
estavam os poetas? Apresentando a poesia, a sua visão emocional ou conceitual
na abordagem de idéias, estados de alma, sentimentos, impressões subjetivas,
quase sempre expressos por associações imagéticas, ela, a poesia, nos ajuda na
superação, pelo menos imaginativa, daquilo que aparece como armadilha ou
caminho ardiloso da nossa própria vida e também da sociedade.
Na e com a poesia, a Nancilia parece ter
compreendido e encontrado formas de expressar as suas emoções. Goethe, o poeta
e filósofo alemão dizia: ?Quem quer compreender um poeta deve visitar a sua
terra natal?. Eu, arriscando-me fazer uma paráfrase a partir do filósofo, ouso
dizer: ?Quem quer compreender a poesia da Nancilia precisa visitar a Escola
Municipal Castro Alves?. Talvez tenha sido ali, naquela ainda bucólica região
do Rio da Prata, que a Nancilia tenha, de fato, começado a sua vida literária.
Anos depois, durante a profícua
administração do secretário e escritor Carlos Eduardo Novaes, à frente da
Secretaria Municipal de Cultura, no governo Marcelo Alencar, pude trabalhar
mais diretamente com a Nancilia, participando da organização dos Fóruns
Culturais realizados na Zona Oeste. Foram momentos de intenso embate e inúmeras
conquistas culturais para a nossa região.
De lá para cá, além da sua prolífica
produção literária, a Nancilia vem atuando galhardamente na consolidação do
processo de descentralização da cultura no Rio de Janeiro. É dela, e todos nós
apoiamos e aplaudimos, a proposta para a criação da Coordenadoria Regional de
Cultura. Nancilia, tomando por base a existência das coordenadorias regionais
de Educação, espalhadas e atuantes em todo o município do Rio de Janeiro,
propôs ao então candidato Cesar Maia, que também a Cultura passasse a ser
descentralizada em diversas regiões.
Quem vem acompanhando o trabalho da
Nancilia nos últimos anos sabe o quanto ela tem feito, a partir do seu próprio
esforço, para que a sua idéia seja concretizada. No fundo, o que a Nancilia
pretende é um pouco mais de equidade. Ela defende para a Zona Oeste uma parte
do quinhão de todos os recursos, que deveriam ser melhor distribuídos pela
cidade.
A Nancilia, como poeta e escritora que é,
jamais usufruiu, mesmo sendo atuante coordenadora cultural da Zona Oeste, das
benesses do poder para publicar os seus livros. Não seria justo que houvesse,
não uma política de privilégios, mas sim de reconhecimento, que contemplasse
todas as produções culturais espalhadas pelas mais diversas regiões e bairros
do nosso município?
Basta,
Senhor? De teu potente braço
Role
através dos astros e do espaço
Perdão
p?ra os crimes meus!
Há
dois mil anos eu soluço um grito...
Escuta
o brado meu lá no infinito,
Meu
Deus! Senhor, meu Deus!!...
Quem sabe, o grito do Poeta, o Patrono da escola
onde trabalhou a Nancilia, não sirva para acurar os ouvidos das autoridades
quando a nossa Poeta grita (e que não seja em vão) por alguma luz, alguma
lembrança, alguma atenção para a nossa querida Zona Oeste? Oxalá a Nancilia,
mesmo diante de tantas barreiras e incompreensões, persista na sua luta pela
efetiva consolidação das coordenadorias regionais de cultura junto à Prefeitura
da Cidade do Rio de Janeiro.
Adorei tudo aqui,Nancilia ja conheço a tempo saiba que mesmo nao sendo muito presente que sou sua fã,livros lindos,poemas que bate ao meu coração.
ResponderExcluirFelicidades amiga!
Beijoss Andrea de Oliveira
Eu prefiro prestigiar o seu BLOG , postando algumas obras, escrever muito a seu respeito pode parecer, da minha parte, querer aparecer sem saber como , observe-se que entrei no mundo da poesia e da literatura há pouco tempo, o meu tempo sempre foi muito ocupado pelo estudo das leis, embora tenha sempre gostando da poesia e da literatura de modo geral .
ResponderExcluirNão tenho como falar de você, minhas palavras não seriam melhores do que as obras suas já publicadas, elas falam por você.
QUERIDO MILTON JORGE OBRIGADA POR POSTAR NO MEU BLOG. VOCÊ SABE A IMPORTÂNCIA QUE TEM EM MINHA VIDA.
ResponderExcluirBEIJOS